E90 vs G20: O Mesmo ADN, A Mesma Sensação ao Volante
Do E90: último Série 3 com motor atmosférico de seis cilindros.
Do G20: faróis LED completos, painel de instrumentos digital, linhas elegantes. Duas gerações de diferença, mas o mesmo ADN e aquela sensação inesquecível ao volante.
Olá, entusiasta da BMW! São poucos os modelos que despertam uma ligação emocional tão forte como a Série 3. Tome-se o E90 (2005-2012) e o G20 (2019-atualmente): duas gerações diferentes, tecnologia totalmente distinta, mas ainda assim o mesmo ADN no fundo.
O E90 é a última verdadeira Série 3 com um seis cilindros naturalmente aspirado e puro. O G20 traz iluminação integral em LED, um painel de instrumentos totalmente digital e linhas mais definidas. E ainda assim: entra em ambos e reconheces imediatamente aquela sensação típica de BMW ao volante. Vamos ver porquê.
O E90: o último seis cilindros puro
O E90 marcou o fim de uma era. Os motores N52 e N54 (sobretudo os 330i e 335i) eram atmosféricos ou biturbo, mas sempre com aquele carácter cru e linear pelo qual os fãs da BMW se apaixonaram.
Características que o tornam especial:
- Seis cilindros naturalmente aspirado: sem atraso de turbo, potência pura e linear até à zona vermelha.
- Painel de instrumentos analógico: mostradores reais, botões e um volante que comunica diretamente.
- Prazer de condução puro: sensação de leveza, distribuição de peso perfeita e um chassis que ainda hoje, em 2026, é apreciado.
Muitos proprietários chamam ao E90 o "último verdadeiro carro para condutores" da Série 3. O som, o feedback, a simplicidade: é viciante.
O G20: evolução moderna com alma preservada
Avançando para o G20, vê-se o progresso: faróis LED completos com opção de luz laser, ecrã iDrive 8/9 totalmente digital, linhas mais definidas e ajudas avançadas à condução.
Mas olhe mais fundo:
- O volante continua a ser preciso e responsivo.
- A distribuição de peso é praticamente perfeita.
- Os motores (B48/B58) ainda oferecem aquela sensação linear e potente pela qual a BMW é conhecida.
- Apesar de toda a tecnologia, o G20 continua a ser um carro que se quer conduzir, não apenas para ir do ponto A ao B.
Está claro: a BMW manteve a essência. O G20 sente-se como um E90 amadurecido, não como uma criatura completamente diferente.
Mesmo ADN, mesma sensação ao volante
O que une estas duas gerações com mais força? Essa sensação pura de BMW. O momento em que entras, carregas no acelerador e percebes: é por isto que conduzo um BMW.
Quer sintas o seis cilindros cru do E90 ou a potência refinada do G20: o ADN está nos pormenores. O equilíbrio, o feedback, a forma como o carro se funde contigo. Duas gerações depois, mas o coração mantém-se igual.
Conclusão
O E90 e o G20 simbolizam a evolução da Série 3: do puro e analógico ao moderno e digital, mas sempre com aquele ADN imutável. Qual te atrai mais? O charme clássico do seis cilindros do E90 ou a vibração moderna e tecnológica do G20?
Partilha a tua geração preferida e porquê nos comentários, estamos curiosos pelas vossas histórias!
